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	<title>Antiquado Contemporâneo</title>
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		<title>Um Pouco sobre Idade Média&#8230;</title>
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		<pubDate>Wed, 16 Sep 2009 11:15:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Clio</dc:creator>
				<category><![CDATA[História e Mitologia]]></category>
		<category><![CDATA[Idade Média]]></category>
		<category><![CDATA[Igreja]]></category>
		<category><![CDATA[Trevas]]></category>

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		<description><![CDATA[A Idade Média, de modo geral, representa o período que se inicia a partir da queda do Império Romano, e tem o seu fim com surgimento do movimento renascentista. Entramos em contato com o ambiente medieval desde cedo, isto o ocorre a partir do momento em que  foi a fonte de diversas histórias infantis, lendas, [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=antiquarioparticular.wordpress.com&amp;blog=9471337&amp;post=15&amp;subd=antiquarioparticular&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Idade Média, de modo geral, representa o período que se inicia a partir da queda do Império Romano, e tem o seu fim com surgimento do movimento renascentista. Entramos em contato com o ambiente medieval desde cedo, isto o ocorre a partir do momento em que  foi a fonte de diversas histórias infantis, lendas, filmes e jogos. Tanto as crianças como adultos desenvolverem certo interesse pela Idade Média acaba por se tornar algo muito comum, principalmente por conter inúmeros mistérios e lendas em torno de si.<br />
O termo Idade Média foi criado, pelos humanistas no século XVI, provavelmente por Petrarca, <em>“medium tempus”. </em>Definia algo que havia chegado ao fim. Os homens renascentistas adotaram o sentimento de que o período medieval não passava de uma época obscura, onde não havia o culto às letras, às artes e à produção de conhecimento racional. No século XVIII, com a chegada do Iluminismo, a depreciação da era medieval aumenta, dando origem ao termo <em>“Idade das Trevas”.</em><br />
Ao pensar sobre a era medieval, é possível enxergá-la destes dois modos. De um lado os contos de fadas, a beleza e a riqueza da monarquia medieval, a bravura dos cruzados, e por outro lado, a intolerância religiosa, a bruxaria, a inquisição, os livros proibidos e queimados.<br />
A Baixa Idade Média, período entre os séculos IX e XV, onde se encontram os assuntos mais interessantes e polêmicos, permite que sejam tratados ambos os lados da medievalidade.<br />
Porém, limitando o estudo a três temas específicos: cruzadas, igreja e heresias, com a tentativa de expor imparcialmente os fatos ligados à Idade Média, a pretensão do trabalho está em descrever precisamente a época e os assuntos escolhidos, de forma clara, simples e sem restrições.<br />
Em meio à uma grande desorganização tanto da parte administrativa, como econômica e social produzida pelas invasões bárbaras, principalmente germânicas, e ao fato de que o Império Romano havia se desfeito, praticamente apenas a Igreja Católica, com sede em Roma, conseguiu manter-se como instituição. Durante a Época Média, conquistou e manteve grande poder. Possuía muitos terrenos, influenciava nas decisões políticas dos reinos, interferia na elaboração das leis e estabelecia padrões de comportamento moral para a sociedade. Como o visto, a Igreja passou a exercer um importante papel em diversos setores da vida medieval, tanto culturais como sociais e políticos.<br />
“Tal como os magistrados de Roma, a Igreja se separa da massa, pela ordenação, o clero, tomado como corpo privilegiado.” O poder da Igreja era visível, e abrangente, nas palavras de Jacques Le Goff, ”O cristianismo medieval não subverte apenas a relação com o tempo, os ciclos e a duração. Esforça-se por encarnar a encarnação, se assim posso dizer, graças a eucaristia: cada missa, cada dia, em todo lugar poe Deus entre os homens hic et nunc, aqui e agora”.<br />
Dentro da sociedade Medieval, qualquer que seja o seu nível de cultura ou de conhecimento, os homens da Idade Média encontravam na Bíblia os fundamentos do saber e da verdade, apesar de os únicos a ter acesso a leitura bíblica são os membros do clero, e pessoas extremamente cultas, conseqüência dá inexistência de traduções, eram escritas apenas em latim.<br />
Com a supervalorização da Igreja, há uma desvalorização do indivíduo (no século XIII , entretanto, interessou-se mais do que os séculos anteriores), limitando o número de personagens “biografáveis”, alguns deles são: Abelardo, São Bernardo, São Francisco de Assis, o Imperador Frederico II e São Luís.</p>
<p>DUBY, Georges.  As três ordens ou o imaginário do feudalismo. Editorial Estampa. 1994.<br />
LE GOFF, Jacques. O céu desce sobre a terra. In: Em busca da Idade Média. Civilização Brasileira. Rio de Janeiro-RJ. 2008.<br />
LE GOFF, Jacques. A Idade Média acaba em 1800. In: Uma Longa Idade Média. Civilização Brasileira. Rio de Janeiro-RJ. 2008.</p>
<br />Publicado em História e Mitologia Tagged: Idade Média, Igreja, Trevas <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/antiquarioparticular.wordpress.com/15/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/antiquarioparticular.wordpress.com/15/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/antiquarioparticular.wordpress.com/15/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/antiquarioparticular.wordpress.com/15/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/antiquarioparticular.wordpress.com/15/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/antiquarioparticular.wordpress.com/15/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/antiquarioparticular.wordpress.com/15/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/antiquarioparticular.wordpress.com/15/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/antiquarioparticular.wordpress.com/15/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/antiquarioparticular.wordpress.com/15/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/antiquarioparticular.wordpress.com/15/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/antiquarioparticular.wordpress.com/15/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/antiquarioparticular.wordpress.com/15/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/antiquarioparticular.wordpress.com/15/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=antiquarioparticular.wordpress.com&amp;blog=9471337&amp;post=15&amp;subd=antiquarioparticular&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Cosmogonia Egípcia</title>
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		<pubDate>Mon, 14 Sep 2009 00:33:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Clio</dc:creator>
				<category><![CDATA[História e Mitologia]]></category>

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		<description><![CDATA[(A melhor imagem a respeito da cosmogonia egípcia que já encontrei, entretanto como não se pode ter 100% de certeza de que o site em que encontrei a figura seja do original criador da mesma não citarei). Mitologia é uma palavra grega μυθολογία [μυθος é uma narrativa tradicional com caráter explicativo e/ou simbólico e λόγος, [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=antiquarioparticular.wordpress.com&amp;blog=9471337&amp;post=7&amp;subd=antiquarioparticular&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
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<p style="margin-top:.42cm;" align="LEFT"><img class="aligncenter size-large wp-image-9" title="deuses egípcios" src="http://antiquarioparticular.files.wordpress.com/2009/09/deuses-egipcios1.jpg?w=471&#038;h=1024" alt="deuses egípcios" width="471" height="1024" /><em>(A melhor imagem a respeito da cosmogonia egípcia que já encontrei, entretanto como não se pode ter 100% de certeza de que o site em que encontrei a figura seja do original criador da mesma não citarei).</em></p>
<p><!-- 		@page { margin: 2cm } 		P { margin-bottom: 0.21cm } 		H1 { margin-bottom: 0.21cm } 		H1.western { font-family: "Times New Roman", serif } 		H1.cjk { font-family: "Arial Unicode MS", sans-serif } 		H1.ctl { font-family: "Tahoma" } --></p>
<p>Mitologia é uma palavra grega μυθολογία [μυθος é uma narrativa tradicional com caráter explicativo e/ou simbólico e λόγος, significava inicialmente a palavra escrita ou falada -- o Verbo], ou seja, é o estudo dos mitos (lendas e/ou histórias) de uma cultura em particular creditadas como verdadeiras e que constituem um sistema religioso ou de crenças específicos.</p>
<p>Os mitos são, geralmente, histórias baseadas em tradições e lendas feitas para explicar o universo, a criação do mundo, fenômenos naturais e qualquer outra coisa a que explicações simples não são atribuíveis. Em comum, a maioria dos mitos envolvem uma força sobrenatural ou uma divindade, mas alguns são apenas lendas passadas oralmente de geração em geração.<br />
Cosmogonia é uma palavra de origem grega, κοσμογονία; κόσμος &#8220;universo&#8221; e -γονία &#8220;nascimento&#8221;. Este termo abrange as diversas lendas e teorias sobre as origens do universo de acordo com as religiões, mitologias e ciências através da história.<br />
A cosmogonia ocupa a primeira parte dos textos sagrados egípcios, no geral a história do nascimento da Terra começa com Nun, seu criador, era o primeiro espírito, o indefinido ser que tinha tomado o aspecto do barro. Este barro que aparece com tanta freqüência em todas as mitologias junto dos parágrafos das criações de deuses e de homens, a matéria-prima por excelência dos oleiros e (por assimilação) a matéria lógica para os deuses criadores, não era senão a terra e a água próximas dos antigos povoadores do mundo. Por isso o barro, Nun foi o berço espiritual, a primeira força em que ia tomando forma o novo espírito da luz, Ra, o disco solar, pai de tudo o que habita sob os seus raios. Da vontade<br />
de Ra tossiu e expeliu os seus dois primeiros filhos: são Tefnut deusa das águas que caem na terra e Chu deus do ar. Não muito depois, Chu e Tefnut vão continuar a obra iniciada por Ra, criando da sua união outros dois novos filhos, os dois sucessores da última geração celestial: o deus da terra Geb, e a sua irmã e esposa, a deusa do céu Nut, para que eles relevem à primeira geração e criem a terceira, a que vai estar na terra do Egito. Nut e Geb tiveram por sua vez quatro filhos: Osíris, Isís, Seth e Néftis. Osíris tornou-se deus da terra, que governou durante muitos anos; Isís foi a sua mulher,rainha e irmã. Seth o deus seco do deserto invejava o estatuto de Osíris e um dia matou-o. Osíris foi para o mundo subterrâneo e Seth tornou-se rei da terra. Osíris teve um filho com Ísis chamado Hórus que decidiu vingar a morte do pai e reconquistar o trono. Hórus derrota Seth e torna-se o novo rei da terra, mas o seu pai permanece no mundo subterrâneo. Néftis era apaixonada secretamente por Osíris, um dia se disfarçou de Ísis e deitou-se com Osíris dando a Luz a Anúbis o deus com corpo de homem e cabeça de cão que presidia o mundo dos mortos</p>
<p>Apesar da existência desta cosmogonia, que é a mais conhecida, é a Enéade de Heliópolis, além desta cosmogonia, existiam algumas diferenciações. Estas são:</p>
<p>Ogdoáde de Hermópolis<br />
Na cidade de Hermópolis, capital do XV nomo do Alto Egipto, dominava um panteão de oito deuses agrupados em quatro casais. A origem destes oito deuses variava: por vezes eram apresentados como os primeiros deuses que existiram; em outros casos eram filhos de Atum ou de Chu.<br />
Os oito deuses tinham os seguintes nomes e representavam os seguintes conceitos:</p>
<p>* Nun e Naunet, o caos, o oceano primordial;<br />
* Heh e Hehet, o infinito;<br />
* Kek e Kauket, as trevas;<br />
* Amon e Amaunet, o oculto;</p>
<p>Os oito deuses eram denominados como &#8220;Hemu&#8221;, de onde derivou o nome original da cidade de Hermópolis, Khemenu. A designação de Hermópolis para o povoado urbano de Khemenu foi atribuída pelos gregos por associarem um importante deus da cidade, Tot, com o seu Hermes. Estes oito deuses actuavam colectivamente, ao contrário dos deuses dos outros sistemas, que eram autónomos.<br />
Outra variante do mito afirmava que das águas do oceano primordial emergiu uma ilha, onde mais tarde seria construída Hermópolis. Nesta ilha existia um poço, no qual flutuava uma flor de lótus e onde viviam os oito seres referidos anteriormente. As divindades masculinas ejacularam sobre a flor e fecundaram-na. A flor de lótus fechou-se durante a noite; quando se abriu de manhã dela saiu o deus Rá na forma de um menino que criou o mundo.</p>
<p>Cosmogonia de Mênfis<br />
Na cidade de Mênfis dominava um tríade composta pelos deuses Ptah, a sua esposa Sekhmet e o filho destes, Nefertum.<br />
A teologia desta cidade é hoje conhecida graças ao texto da Pedra de Chabaka. De acordo com as inscrições da pedra, o texto original tinha sido conservado num papiro guardado nos arquivos de um templo de Ptah. Este papiro encontrava-se num avançado grau de deterioração quando o faraó Chabaka (século VIII a.C.) ordenou que o texto fosse inscrito numa pedra de granito. Infelizmente os habitantes da cidade acabaram por utilizar a pedra como elemento de um moinho, o que provocou estragos na mesma. Os estudos mais recentes sobre a pedra mostram que o estilo do texto foi premeditadamente escrito de forma a espelhar uma linguagem arcaica.<br />
Neste sistema Ptah era o deus criador. Divindade associada aos artesãos, o deus era representado como um homem com corpo mumificado. Era considerado como o criador de tudo, inclusive dos deuses.<br />
Ptah criou o mundo usando o coração e a língua. Para os Egípcios o coração era o centro da inteligência, sendo no sistema menfita a língua o centro criador. Ptah era simultaneamente Nun e Naunet e gerou Atum a partir do seu coração e da sua língua. Este sistema não rejeitava a Enéade de Heliópolis, simplesmente considerava Ptah como criador dessa Enéade; Atum era um agente da vontade Ptah. O deus Ptah era também considerado o criador do ka ou alma de cada ser.</p>
<p>Cosmogonia de Tebas<br />
O nome egípcio de Tebas, cidade do Alto Egipto próxima da Núbia, era Uaset.<br />
O principal deus de Tebas era Amon, representado como um homem com uma túnica preta e duas plumas na cabeça; poderia também ser representado como um carneiro ou um ganso. Como foi referido anteriormente, Amon estava associado ao oculto. Os sacerdotes tebanos aproveitaram elementos de outros deuses que atribuíram a Amon. Em concreto, Amon passou a ser visto como o demiurgo, retirando essa função ao deus Rá. Os sacerdotes afirmaram também que Amon era o monte primordial, tendo sido Tebas a primeira cidade a existir no mundo e que por conseguinte, ela deveria servir como modelo a todas as outras cidades.<br />
Na cidade de Tebas a esposa de Amon não era Amaunet, como referia a cosmogonia hermopolitana, mas Mut. Este casal tinha um filho, Khonsu, uma divindade lunar.</p>
<p>Cosmogonia de Elefantina<br />
Elefantina é o nome grego de uma pequena ilha no Nilo situada junto da primeira catarata.<br />
Nesta ilha dominava uma tríade encabeçada por Khnum, divindade com uma cabeça de carneiro, que representava a criatividade e o vigor. Para os Egípcios, Khnum criava os seres humanos no seu torno, tal como o oleiro cria as suas peças. As esposas de Khnum eram Satet e Anuket (ou talvez, segundo outra hipótese, seriam respectivamente esposa e filha do deus). Satet era responsável pela inundação do Nilo (que gerava a fertilidade dos solos no Antigo Egipto) e Anuket encontrava-se também associada ao elemento água.</p>
<p>Assim termino esse post.</p>
<p>Bibliografia:</p>
<p>* ALDRED, Cyril. Os egípcios. Lisboa: Editorial Verbo, 1966.<br />
* BAKOS, Margaret Marchiori. Fatos e mitos do antigo Egito. Porto Alegre: EDIPUCRS, 1994.<br />
* CARDOSO, Ciro Flamarion Santana. O Egito antigo. São Paulo: Ed. Brasiliense, 3 ed., 1982, Coleção Primeiros Passos.<br />
* CLARK, T. Rundle. Símbolos e mitos do antigo Egito. São Paulo: Hemus, s/d.<br />
* M. H. Trindade Lopes, Um olhar sobre o cosmos egípcio. Gazeta de Antropologia, 1989(?)</p>
<br />Publicado em História e Mitologia  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/antiquarioparticular.wordpress.com/7/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/antiquarioparticular.wordpress.com/7/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/antiquarioparticular.wordpress.com/7/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/antiquarioparticular.wordpress.com/7/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/antiquarioparticular.wordpress.com/7/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/antiquarioparticular.wordpress.com/7/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/antiquarioparticular.wordpress.com/7/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/antiquarioparticular.wordpress.com/7/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/antiquarioparticular.wordpress.com/7/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/antiquarioparticular.wordpress.com/7/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/antiquarioparticular.wordpress.com/7/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/antiquarioparticular.wordpress.com/7/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/antiquarioparticular.wordpress.com/7/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/antiquarioparticular.wordpress.com/7/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=antiquarioparticular.wordpress.com&amp;blog=9471337&amp;post=7&amp;subd=antiquarioparticular&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Apresentação.</title>
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		<pubDate>Sun, 13 Sep 2009 23:59:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Clio</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><em>&#8220;Para que serve a História senão para ajudar os contemporâneos a manter a confiança no futuro e armarem-se melhor para enfrentar as dificuldades com que quotidianamente se deparam?&#8221;</em><br />
<strong>Georges Duby</strong></p>
<p>Clio é uma musa grega que, como suas oito irmãs, nasceu da união de Zeus e Mnemósine (memória). As musas personificam as artes e a ciência. Clio (ou Arauto) é a musa grega da História, representada como uma jovem donzela com uma coroa de louros e um pergaminho nas mãos, é frequentemente acompanhada por um baú de livros nas representações iconográficas.<br />
Metaforicamente, Clio simboliza que o conhecimento é fruto da leitura e do estudo e, nas lendas gregas, a musa é referida como aquela que legou o alfabeto aos homens.<br />
Por isso o nome é perfeito para ser usado aqui, a musa da história repassando o conhecimento para todos.</p>
<p>Muito Prazer.</p>
<p>Sigam-me.</p>
<br />Publicado em História e Mitologia  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/antiquarioparticular.wordpress.com/4/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/antiquarioparticular.wordpress.com/4/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/antiquarioparticular.wordpress.com/4/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/antiquarioparticular.wordpress.com/4/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/antiquarioparticular.wordpress.com/4/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/antiquarioparticular.wordpress.com/4/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/antiquarioparticular.wordpress.com/4/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/antiquarioparticular.wordpress.com/4/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/antiquarioparticular.wordpress.com/4/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/antiquarioparticular.wordpress.com/4/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/antiquarioparticular.wordpress.com/4/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/antiquarioparticular.wordpress.com/4/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/antiquarioparticular.wordpress.com/4/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/antiquarioparticular.wordpress.com/4/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=antiquarioparticular.wordpress.com&amp;blog=9471337&amp;post=4&amp;subd=antiquarioparticular&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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